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  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna com as irmãs Solberg, Carol e Maria Clara.
  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna acompanhada de um dos seus ídolos, Emanuel Rego.
  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna no Mundial Áustria 2017, em Viena.
  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna na arquibancada durante o Mundial de 2013, na Polônia.
  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna com a nossa dupla olímpica, Ágatha e Duda.
  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna com o nosso campeão olímpico Bruno Schmidt, em Pórec, na Croácia.
  • Crédito: Arquivo pessoal

    Hanna na companhia de Guto e Ricardo.

A polonesa mais brasileira da história

Conheça Hanna Rafinska, a mais apaixonada torcedora do voleibol brasileiro na Europa
Por: João Teixeira - 29/09/2020 12:19:04
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Nós, como amantes de vôlei de praia, fomos bater um papo e conhecer melhor a maior torcedora do nosso voleibol e atletas na Europa. Ela se chama Hanna Rafińska, é polonesa, nascida na cidade de Bydgoszcz, e se apaixonou por voleibol depois que a Polônia conquistou os Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976.

Rafińska assistiu a seleção brasileira de voleibol de quadra a primeira vez em Barcelona 1992, mas somente se apaixonou por nossa seleção quando Bernardinho assumiu o comando técnico e desde então torceu por nossas seleções em todas as Ligas Mundiais, Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais.

Ela acompanha o vôlei de praia desde os Jogos Olímpicos de Sydney 2000, quando conheceu o esporte e se tornou uma presença constante nas arenas de toda europa e apesar de ser polonesa, torce pelo Brasil, sendo reconhecida e muito querida por nossos atletas.

Segundo Rafińska "ninguém joga com tanta paixão, beleza e inteligência como o Brasil" e por isso ela é uma "polonesa brasileira", como se intitula e vai para etapas com um arsenal de badulaques verde-amarelos, como bandeiras, camisas, mascotes e até um legítimo pandeiro carioca.

"Meu coração pertence aos jogadores brasileiros! Amo os brasileiros porque eles são sempre muito amigáveis, simpáticos e sempre têm tempo para nós, torcedores. Podemos passar um tempo juntos depois das partidas também. Eles me reconhecem e se lembraram do meu nome. Somos como uma grande família, pois conversamos, cantamos, dançamos, brincamos etc.", disse.

Amo Vôlei de Praia: Quem é o seu maior ídolo no voleibol e por quê?

Hanna Rafińska: Não tenho um ídolo específico. No voleibol indoor eu respeito Giba por tudo que ele fez pelo voleibol brasileiro. Tenho alguns jogadores favoritos: Bruno Rezende, Lukas Saatkamp e Leandro Vissotto. No vôlei de praia tenho dois ídolos: Ricardo Santos e Emanuel Rego, grandes jogadores e pessoas especiais com um grande coração para o jogo e para as outras pessoas.

AVP: Qual é a sua maior aventura ao assistir a um torneio de vôlei de praia?

HR: Sendo honesta, eu tive duas aventuras especiais. Meu primeiro torneio em Pórec (Croácia), porque eu tenho medo de voar de avião, e viajei 26 horas de trem com 3 trocas de trens. E a segunda aventura foi o Campeonato Mundial da Holanda 2015. Eu tenho mais de 20 anos de aposentadoria por invalidez, e tudo era muito caro para mim. Eu tinha dinheiro para a viagem e o hotel, mas não o suficiente para comida. Por isso, comia apenas bananas e bebia água de graça, por todo o tempo do torneio. Eu faço tudo pela minha paixão!!!

AVP: Você já veio ao Brasil para ver algum torneio?

HR: Ainda não fui ao Brasil. É o meu grande sonho!!! Perdi muitos anos da minha vida porque tenho medo de voar. Eu não voei até agora, e preciso tentar! Será ótimo visitar este lindo país. Claro, se essa pandemia finalmente acabar.

AVP: Qual é atualmente sua dupla favorita no masculino e feminino?

HR: Questão difícil porque eu amo todos os jogadores de vôlei de praia ... haha ​​... Eles mudam de parceiro com muita frequência ultimamente. Mas como atletas eu gosto de todos da família Solberg, Álvaro, Bruno, Alison, Guto, Vitor, André, Evandro, Talita, Maria Antonelli, Larissa, Juliana, Ágatha, Duda, Ana Patricia e Rebecca. Se eu tiver que escolher (mas eu não escolheria) direi que Alison/Álvaro e Ágatha/Duda. Mas sendo honesta, eu odeio torcer quando tem partidas Brasil vs Brasil.

AVP: Você pretende ir ver os Jogos Olímpicos de Tóquio?

HR: Uma pena que eu não conseguir ir para o Brasil em 2016. Eu gostaria de ir, mas veremos o que vai acontecer. Eu não tenho ingressos. Se eu decidir, precisarei de ajuda porque eu viajo para todos os lugares sozinha e no Japão posso me perder(risos), afinal eu falo mal inglês e aquelas inscrições em japonês me assustam(risos). E é claro, novamente devo dizer: se a pandemia acabar. É um momento louco para todos nós. Devo ser cuidadosa, pois tenho baixa imunidade. O que posso dizer mais ... Amo torcer pelo Brasil e farei isso até acabar a minha vida. É minha paixão e minha vida! Um dos meus quartos parece um museu, com muitas camisetas e tops de jogadores, bandeiras, chapéus, lenços, saias minhas especiais para torcer pelo Brasil e mais coisas diferentes. Tenho duas camisetas especiais, uma do Giba e a outra do Bruno Rezende e muitas camisetas de jogadores de vôlei de praia, além do champanhe da conquista do campeonato de vôlei de praia de 2013, que continua inteira e autografada por Ricardo e Álvaro.

 


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