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  • Crédito: CBV

    Ana Patrícia e Rebecca comemoram mais uma conquista pelo Circuito Brasileiro.

Ana Patrícia/Rebecca é o time da semana da FIVB

Dupla brasileira, uma das representantes do país em Tóquio, é homenageada pelo site da FIVB
Por: Redação e agências - 25/08/2020 11:48:32
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A dupla brasileira Ana Patricia e Rebecca atuam juntas no Circuito Mundial de Vôlei de Praia da FIVB desde 2017, mas já deixaram sua marca entre as principais duplas do Circuito.

As brasileiras disputaram, pela primeira vez uma etapa do Circuito Mundial,  no torneio 3 estrelas de Moscou, em 2017, e em pouco mais de um ano conquistaram sua primeira medalha, ouro no torneio 3 estrelas de Qinzhou, na China e depois, na mesma China, no torneio 4 estrelas de Yangzhou, levaram a prata.

Cinco anos separam Rebecca, de 27 anos, de Ana Patricia, com 22 anos. Antes de se unir a Ana Patrícia, o único sucesso de Rebecca no World Tour veio quando ela e Lili Maestrini conquistaram o bronze nos eventos de Paraná, Argentina e Fortaleza, no Brasil, em 2014 e 2016, respectivamente.

Em contraste, Ana Patricia foi marcada como uma futura superestrela depois de vencer os Campeonatos Mundiais de Vôlei de Praia Sub-19 e Sub-21 da FIVB e os títulos dos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanjing 2014 ao lado de Eduarda ‘Duda’ Lisboa.

O ano de 2019 começou muito bem para a dupla, com um ouro no 4 estrelas de Haia, na Holanda e ainda somaram mais um ouro no 4 estrelas de Xiamen, na China, uma prata e três bronzes na temporada e se consolidadrem na briga por uma das vagas brasileira nos Jogos Olímpicos de Tóquio, fato consumado no final do ano.

Mesmo que o coronavírus tenha adiado seus sonhos olímpicos, elas continuam confiantes em suas chances de sucesso quando Tóquio 2020 acontecer, um ano depois de suas datas originais.

“Estou muito grata por tudo o que aconteceu em minha carreira nos últimos dois anos e por tudo que Ana Patricia e eu construímos, mesmo que nosso objetivo principal, que é Tóquio, ainda esteja à nossa frente”, disse Rebecca em entrevista ao a site da FIVB para marcar seu aniversário em abril.

“Sinto que a cada temporada, a cada torneio, ganho mais experiência e me sinto diferente depois. Este ano me sinto mais madura do que no ano passado e espero que no ano que vem seja igual porque as Olimpíadas estão chegando.”

Fieis ao ano anterior, Rebecca e Ana Patricia começaram 2020 conquistando mais uma medalha de ouro, desta vez no Brasil, quando derrotaram Talita e Carol Solberg, por 2 a 1 (21-19, 19-21 e 15-8) e conquistaram o ouro na etapa de João Pessoa, na Paraíba.

Embora os torneios tenham sido adiados ou cancelados, elas têm trabalhado arduamente com o treinador principal Reis Castro para garantir que continuem de onde pararam. Para Rebecca, seu sucesso no vôlei de praia remonta ao seu crescimento na cidade litorânea de Fortaleza, mas para Ana Patricia não era tão certo que a praia teria um papel tão importante em sua vida.

Ana Patricia é natural de Espinosa, Minas Gerais, que fica a 500 quilômetros da praia mais próxima, mas é tamanho o impacto que ela causou que não seria surpresa se ela e Rebecca saíssem de Tóquio 2020 com mais uma medalha para somar ao seu acervo.

“Foi amor à primeira vista, é a única maneira que posso definir. Quando entrei em quadra, sabia que era o ambiente que eu queria ”, disse Ana Patricia em entrevista ao canal Olímpico.

“Quando comecei no vôlei de praia, não tinha ideia nem mesmo da base do vôlei, mas como já havia experimentado outros esportes, isso facilitou meu progresso. Foi muito bom porque encontrei pessoas muito empenhadas em me ensinar. Mas também foi difícil porque eu estava obviamente atrás de muitos outros jogadores. Mas concentrei toda a minha energia nisso e consegui aprender muito”, finalizou Ana Patrícia.


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