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  • Crédito: Reprodução/Instagram

    Apaixonada pela vida, Fabíola encara batalha contra o câncer com muita serenidade.
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    Fabíola no alto do pódio na etapa de Montevidéu, no Uruguai, do Circuito Sul-Americano 2015.

Musa da areia, Fabíola luta contra o câncer

Aos 35 anos, atleta descobre tumor maligno e encara com resiliência tratamento
Por: Redação - 26/12/2019 12:02:07
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Acostumada a enfrentar grandes desafios na areia, Fabíola Constâncio está encarando seu principal adversário até hoje: o câncer de mama. Aos 35 anos, a jogadora de vôlei de praia foi diagnosticada com a doença, que atinge cerca de 60 mil brasileiras por ano.

Após sentir sintomas como um cansaço atípico, Fabíola resolveu fazer um autoexame de câncer de mama e sentiu um nódulo. Após receber o diagnóstico médico, a brasiliense passou por uma cirurgia para a retirada do tumor maligno e iniciou as duras sessões de quimioterapia.

"Eu disse que há algum tempo que não me reconhecia mais. Meu corpo não estava respondendo aos meus comandos exatamente, minha mente então, não estava entendendo nada! Sabia que algo de errado estava acontecendo comigo, mas não tinha a mínima ideia do quê. Só sabia que não estava normal. Não acordava mais disposta, não tinha muita energia pra fazer coisas bem corriqueiras, não recuperava bem de um dia pro outro, ou de um treino pro outro. Eu achava que era estafa, que estava cansada e desgastada de tudo mas descobri que não! Este ano, já recuperada da lombar e prestes a voltar a competir, fui diagnosticada com câncer de mama. Quis compartilhar por um único motivo: que o meu exemplo conscientize, alerte e inspire pessoas. Não poderia ser omissa sobre um assunto tão importante. Mas fiquem tranquilos, estou bem”, disse Fabíola em suas redes sociais.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo de câncer com maior incidência na população feminina do Brasil, com exceção ao de pele não melanoma. E um dos passos mais angustiantes e inevitáveis é a queda dos cabelos - que no caso da atleta sempre foram sua marca registrada, longos e cacheados. Com o apoio de amigos, familiares e torcedores, Fabíola tem encarado a fase do tratamento com muita resiliência.

"A gente cansa, se descabela (e nesse caso literalmente), chora todo o estoque de lágrimas e vê seu mundo desabando sem sequer entender os porquês. Mas sabe de uma coisa? Não adianta passar por tantas dificuldades e contratempos se isso não lhe for válido pra alguma coisa. Não adianta só reclamar e achar que a vida está uma droga. A vida taí pra bater mesmo e bater forte. Não é uma escolha minha, não é uma escolha sua. Mas você pode escolher crescer e descobrir a fortaleza que existe dentro de você. Senão tudo desaba de vez... Você tem que aprender algo, criar forças sobrenaturais, chamar por Deus, sair preparado pra encarar o que vier pela frente. É isso! A vida está te pedindo isso. Não tem como recuar! O esporte me ensinou e eu tenho colocado em prática fielmente”, completa.


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