Circuito Mundial

  • Crédito: Divulgação/FIVB

    Três brasileiras já foram as melhores do mundo até hoje: Duda e as inesquecíveis Juliana e Larissa.

Duda é eleita a melhor jogadora do mundo

Igualmente premiado, Evandro foi eleito pelo quinto ano consecutivo o melhor saque da temporada
Por: Redação - 15/12/2019 13:40:52
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A melhor jogador de vôlei de praia do mundo é brasileira. Pelo segundo ano consecutivo, Duda foi aclamada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) como a atleta mais completa do Circuito Mundial. A premiação foi anunciada pela entidade neste final de semana. Aos 21 anos, a sergipana também acumulou os prêmios de melhor jogadora desensiva e melhor sacadora da temporada 2018/19.

Com a conquista, Duda, que atualmente faz parceria com a experiente Ágatha e está classificada para representar o Brasil nas Olimpíadas do ano que vem, entra para um seleto grupo: além dela, apenas Larissa (2006 e 2015) e Juliana (2009, 2010, 2011) receberam a premiação pelo país - a honraria foi criada em 2005.

"Não tenho palavras para descrever a felicidade. Foi um ano intenso com a corrida olímpica, com várias equipes brasileiras muito fortes competindo por apenas duas vagas aos Jogos de Tóquio e felizmente alcançamos o primeiro objetivo principal. Fico feliz por esse reconhecimento, mas estou representando um time. Sem nossa comissão técnica, sem a Ágatha, não venceria nada. O prêmio de melhor saque é muito gostoso, pois passei a treinar desde 2017 o saque viagem com mais frequência, tentando aperfeiçoar o movimento, equilibrar força e técnica. Mérito também da comissão técnica, que me incentivou a evoluir nesse fundamento", disse.

 

Melhor saque da década

Além de Duda, outro brasileiro também se destacou na premiação dos melhores do ano da FIVB. O carioca Evandro foi eleito pelo quinto ano seguido dono do melhor saque do mundo. Unanimidade no fundamento desde 2015, ele passa o russo Igor Kolodinsky, que venceu a categoria entre 2007 e 2010 e se estabelece como o atleta com mais títulos no saque.

“Fico feliz em me tornar o maior vencedor no saque. Nos primeiros anos, a minha altura e força eram os diferenciais, mas os times passaram a estudar meu saque. A minha comissão técnica foi importante demais para manter o destaque neste fundamento. Passamos a treinar outros estilo de saques, muitas vezes saques curtos, ou cruzados na linha, para que gere dúvida nos times. Divido o mérito também com meu parceiro, Bruno Schmidt, que me dá muita segurança na defesa para sacar e chegar à rede para bloquear", avaliou Evandro, que aos 29 anos também está garantido para representar o país no torneio olímpico de Tóquio, ao lado de Bruno Schmidt.

 


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