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  • Crédito: FIVB

    André e Alison anunciam o fim da parceria.

Acaba a dupla Alison/André

Com apenas nove meses de existência, chega ao fim a parceria de Alison e André Stein
Por: Redação e agências - 18/03/2019 14:01:34

As duplas de vôlei de praia masculinas do Brasil andam meio que "desorientadas" e ainda tentando entender o momento pré-olímpico. Afinal, desde o anúncio do final da parceria campeã da Rio 2016, Alison/Bruno Schmidt, que a ciranda dos times não tem mais fim.

Nesta segunda-feira(18), foi a vez do time Alison e André Stein anunciar o fim da parceria de 9 meses, em plena corrida olímpica iniciada. O anúncio pegou o mundo do vôlei de praia de surpresa, mais uma vez, como tem acontecido no último ano.

A dupla não vinha conquistando bons resultados, o que deve ter precipado a decisão, que partiu de André, que se disse frustrado com os maus resultados.

"Não foi uma decisão fácil. Tínhamos muitas expectativas, um projeto bem planejado, mas, infelizmente, não conseguimos os resultados. Não foi por falta de empenho, de treino e dedicação. Estamos começando a corrida olímpica e, pensando no sonho que temos, de estar no Japão no ano que vem, acho que a hora de tomar essa decisão era agora. Tenho muito respeito e carinho pelo Alison, pelo Leandro, a amizade entre nós sai ainda mais fortalecida após esse período", afirmou André.

Alison, após o término da parceria com o Bruno Schmidt, convidou André Stein para formar um time com o projeto para Tóquio 2020, em maio de 2018. André desmachou uma parceria vitoriosa com Evandro, onde eram os atuais campeões do Mundial de Viena, em 2017 e do Circuito Brasileiro Open 2017/2018, para jogar ao lado do seu ídolo Alison. Os melhores resultados do time foram duas medalhas de prata, uma no circuito mundial, em Moscou e a outra no circuito brasileiro, em Palmas.

"Foi uma decisão do André e tenho que respeitar. Entendo o lado dele e fico triste porque nosso time tentou de tudo, trabalhou duro para alcançar os resultados, mas eles não vieram. Infelizmente a dupla acaba, mas fica uma amizade muito mais forte do que a que tínhamos antes, uma relação muito forte, de irmãos mesmo. Aconteceu tudo de repente e esse momento é de ter calma. Ainda não estou pensando em parceiro. Quero chegar em casa e avaliar o que há de opções com calma", disse Alison.

A primeira etapa do circuito mundial válida pela corrida olímpica brasileira foi o torneio 4 estrelas do Catar, onde nenhum time brasileiro foi além da fase de oitavas de final, um dos piores desempenhos dos times brasileiros pelo circuito mundial nos últimos anos.

Vamos aguardar e torcer para que não haja, nesta altura da corrida olímpica, mais uma rodada de trocas de parcerias nos times brasileiros. Mas as opções de parceria para um atleta de nível do Alison, medalhista olímpico de ouro e prata, no Rio e em Londres, estão todas fechadas e um novo projeto, com um parceiro inexperiênte, será muito arriscado para os planos de um campeão olímpico como ele.


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