Circuito Mundial

  • Crédito: Divulgação/CBV/Arquivo

    Oscar e Thiago vão disputar o Country Quota de Xiamen, na China.

Alison/Álvaro Filho e Oscar/Thiago disputam Country Quota

Duplas brasileiras entram em quadra, nesta terça-feira(23), por vaga no qualifying
Por: Redação e assessorias/CBV - 22/04/2019 15:12:28

As duplas masculinas do Brasil iniciam a etapa 4 estrelas de Xiamen, na China, com a disputa do Country Quota brasileiro, nesta terça-feira (23.04), entre as duplas Alison/Álvaro Filho (ES/PB) e Oscar/Thiago (RJ/SC). Quem vencer esta partida avança para o qualifying, onde vai disputar duas partidas pela vaga na chave principal do torneio.

O Country Quota é disputado quando o número de duplas inscritas por um país excede o limite de vagas permitido para as nações. Assim, são disputadas partidas preliminares entre equipes da mesma nação para definir que terá direito à vaga.

Evandro/Bruno Schmidt (RJ/DF), Guto/Saymon (RJ/MS) e Pedro Solberg/Vitor Felipe (RJ/PB) estão garantidos na chave principal, a partir de quinta. André Stein e George (ES/PB), com wild card para o classificatório, entram em quadra na quarta.

Vitor Felipe, que passou a formar dupla com Pedro Solberg em fevereiro deste ano, comentou a expectativa para a segunda competição do time no tour internacional.

"Estamos cada vez melhores, me sinto mais confortável na saída de rede, que foi a posição que passei a ter em quadra ao lado do Pedro. E evoluindo nos aspectos defensivos. O entrosamento está muito bom, fico muito feliz com o que vejo nos treinamentos. Ver esse crescimento é muito bom. A expectativa é muito boa, acredito que estamos merecendo nosso primeiro pódio e a cada dia que passa a confiança no trabalho aumenta. Vamos buscar uma medalha na China", disse o defensor paraibano.

Quem também analisou a estreia foi Evandro, que ao lado de Bruno Schmidt disputou três etapas do Circuito Brasileiro 18/19, chegando em duas finais e vencendo uma.

"Vamos chegar muito próximos do nosso 100% em Xiamen, muito perto do auge na parte física. Ainda restam pequenos ajustes e um pouco mais de entrosamento. Chegamos em duas finais do Circuito Brasileiro, mas sabemos que no Circuito Mundial é outro torneio, duplas muito altas, a exigência é maior. Mas vamos chegar bem, tranquilos, sabemos do potencial da nossa equipe e do que temos que realizar. Queremos dar esse pontapé inicial com bom resultado”, destacou o jogador, melhor saque do tour nos últimos quatro anos.

Na corrida olímpica do Brasil, apenas os eventos de quatro e cinco estrelas do Circuito Mundial, além do Campeonato Mundial, são contabilizados, cada um com peso correspondente. Além disso, os times terão uma média dos 10 melhores resultados obtidos, podendo descartar as piores participações. Só valem os pontos obtidos juntos, como dupla.

Na primeira etapa da corrida olímpica brasileira no masculino, em Doha (Qatar), Guto/Saymon e Pedro Solberg/Vitor Felipe ficaram na nona posição, somando 400 pontos. Evandro/Bruno ficou em 17º, somando 320 pontos, mesma colocação de Alison e André Stein, que posteriormente terminaram a dupla, se juntando a novos parceiros.

A corrida olímpica interna das duplas brasileiras acontece em paralelo à disputa da vaga do país, que segue as regras da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Cada nação pode ser representada por, no máximo, duas duplas em cada naipe.

Os países possuem quatro maneiras de garantir a vaga: vencendo o Campeonato Mundial 2019; sendo finalistas do Classificatório Olímpico, que será disputado na China, também em 2019; estando entre as 15 melhores duplas do ranking olímpico internacional; vencendo uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa). O Japão, sede, tem uma dupla em cada gênero já garantida.


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